Chart-Caldeira C-2017

Na revis√£o publicada em 28 de setembro de2017 a NR-13 deixou de enquadrar caldeiras na categoria C, restando somente as categorias A e B.

O par√°grafo 13.4.1.2 passou de:

13.4.1.2 Para os propósitos desta NR, as caldeiras são classificadas em 3 (três) categorias, conforme segue:

a) caldeiras da categoria A são aquelas cuja pressão de operação é igual ou superior a 1960 kPa (19,98 kgf/cm2);

b) caldeiras da categoria C são aquelas cuja pressão de operação é igual ou inferior a 588 kPa (5,99 kgf/cm2) e o volume interno é igual ou inferior a 100 l (cem litros);

c) caldeiras da categoria B s√£o todas as caldeiras que n√£o se enquadram nas categorias anteriores.

Para:

13.4.1.2 Para os propósitos desta NR, as caldeiras são classificadas em 2 (duas) categorias, conforme segue:

a) caldeiras da categoria A são aquelas cuja pressão de operação é igual ou superior a 1960 kPa (19,98 kgf/cm2), com volume superior a 50 L (cinquenta litros);

b) caldeiras da categoria B são aquelas cuja a pressão de operação seja superior a 60 kPa (0,61 kgf/cm2) e inferior a 1960 kPa (19,98 kgf/cm2), volume interno superior a 50 L (cinquenta litros) e o produto entre a pressão de operação em kPa e o volume interno em m³ seja superior a 6 (seis).

Note que as condi√ß√Ķes de press√£o para enquadramento na categoria A n√£o foram alteradas, mas foi estabelecida uma condi√ß√£o de volume m√≠nimo superior a 50 L. J√° o enquadramento na categoria B, passou a considerar uma parte da faixa antes enquadrada na categoria C: as caldeiras com press√£o de opera√ß√£o entre 60 kPa e 588 kPa e volume interno entre 50 L e 100 L, al√©m de acrescentar, para as caldeiras de categoria B, a condi√ß√£o de que o produto PxV, sendo P a press√£o de opera√ß√£o em kPa e V o volume interno em m¬≥ seja superior a 6.

Note ainda que uma parte das caldeiras antes enquadradas na categoria C s√£o agora desenquadradas. Estas caldeiras ‚Äú√≥rf√£s‚ÄĚ s√£o em geral equipamentos que trabalham com baixa press√£o, pr√≥xima √† atmosf√©rica, at√© 0,61 kgf/cm¬≤, ou de pequeno volume, at√© 50 litros. Englobam um n√ļmero enorme de equipamentos que apresentam um baixo risco ao trabalhador e cuja fiscaliza√ß√£o √© virtualmente imposs√≠vel.

Por√©m √© importante ressaltar que, mesmo n√£o estando enquadradas na NR-13, essas caldeiras apresentam um risco ao trabalhador, ainda que baixo, e devem ser inspecionadas e mantidas de acordo com as recomenda√ß√Ķes dos fabricantes e normas aplic√°veis.

Para as caldeiras antes enquadradas √© interessante que seja registrado por um PH em um documento, podendo ser no pr√≥prio registro de seguran√ßa, o seu desenquadramento da NR-13 e suas raz√Ķes. Esse documento pode ser √ļtil para esclarecimentos junto a fiscaliza√ß√Ķes futuras.

Finalmente, em virtude da possibilidade de se operar com diferentes press√Ķes de opera√ß√£o, o valor que deve ser adotado como press√£o de opera√ß√£o para definir a Categoria de uma caldeira conforme item 13.4.1.2 da NR 13 √© a PMTA da caldeira.

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Facebook-Agitação-2018

O curso de Agita√ß√£o de Fluidos apresenta os conceitos e par√Ęmetros envolvidos no processo de agita√ß√£o de fluidos em tanques de processo. Esses conceitos s√£o essenciais para o entendimento do processo, para o seu desenvolvimento e para o projeto dos equipamentos respons√°veis por execut√°-lo.
O participante ter√° uma ampla vis√£o da agita√ß√£o de fluidos em suas mais diversas aplica√ß√Ķes, suportada pela larga experi√™ncia dos profissionais da Mixing Consultoria no projeto e constru√ß√£o de equipamentos de processo, bem como na solu√ß√£o de problemas e otimiza√ß√£o de processo.
Os equipamentos de processo: impelidores, eixos, acionamentos e acess√≥rios s√£o analisados quanto a sua efici√™ncia, influ√™ncia no processo de agita√ß√£o e constru√ß√£o mec√Ęnica.
O curso é direcionado a Engenheiros, Projetistas e Técnicos, Fabricantes, Empresas de engenharia e Usuários de equipamentos de processo que utilizam agitação de fluidos.

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Facebook-NR13-2018

O curso NR-13, Legisla√ß√£o e Inspe√ß√£o de Equipamentos Pressurizados trata das responsabilidades e aspectos legais relacionados √† inspe√ß√£o de Caldeiras, Vasos de Press√£o e Tubula√ß√Ķes enquadrados na Norma Regulamentadora n¬ļ 13, a NR-13, do Minist√©rio do Trabalho.
A NR-13 passou por recentes revis√Ķes em 2014 e 2017, com altera√ß√Ķes significativas na forma como a seguran√ßa dos equipamentos pressurizados deve ser assegurada.
Neste curso essas altera√ß√Ķes s√£o apresentadas e as d√ļvidas esclarecidas, partindo das raz√Ķes que as originaram e nas suas consequ√™ncias pr√°ticas em termos das a√ß√Ķes que o empregador e, especialmente, o Profissional Habilitado, deve implementar para se adequar.
O curso √© direcionado a todos os profissionais envolvidos com a seguran√ßa de vasos de press√£o: Engenheiros, T√©cnicos e Projetistas, Fabricantes, Inspetores, Empresas de Engenharia, Empregadores e Usu√°rios de Caldeiras, Vasos de Press√£o ou Tubula√ß√Ķes pressurizadas.

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Facebook-Projetos-2018

O curso de Projeto de Vasos de Press√£o aborda os principais procedimentos de c√°lculo e considera√ß√Ķes de projeto que devem ser implementados para o c√°lculo de vasos de press√£o conforme a edi√ß√£o 2017 do C√≥digo ASME, Se√ß√£o VIII, Divis√£o 1.
Desenvolvido sem o aux√≠lio de softwares de c√°lculo, atrav√©s da exposi√ß√£o da teoria por tr√°s das equa√ß√Ķes e procedimentos da norma e de exemplos resolvidos passo a passo, o curso permite ao participante entender cada procedimento em detalhes, esclarecendo d√ļvidas e fortalecendo a base para o projeto, a elabora√ß√£o de especifica√ß√Ķes t√©cnicas, o projeto de altera√ß√Ķes ou reparos, a fabrica√ß√£o, a manuten√ß√£o e a inspe√ß√£o de vasos de press√£o ASME.
O curso é direcionado a Engenheiros, Projetistas e Técnicos, Fabricantes, Inspetores, Empresas de engenharia e usuários de vasos de pressão envolvidos com projeto, fabricação, inspeção e reparo de vasos de pressão.

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Lupa

A inspeção inicial de vasos de pressão sempre foi negligenciada por muitas empresas. Afinal, para que fazer uma inspeção de segurança em um equipamento novinho em folha?

O vaso era comprado, instalado e iniciava a opera√ß√£o, sem qualquer inspe√ß√£o. O tempo ia passando e depois de 2, 3, 4 ou 5 anos era feita a primeira inspe√ß√£o externa, quando se verificava que n√£o havia um prontu√°rio com as m√≠nimas informa√ß√Ķes para a avalia√ß√£o da sua vida √ļtil, n√£o havia qualquer medi√ß√£o de espessura para saber se o vaso havia sido corro√≠do ou, no pior dos cen√°rios, o vaso simplesmente n√£o havia sido constru√≠do corretamente conforme um c√≥digo de constru√ß√£o.¬†

Pois bem, desde a altera√ß√£o de 28 de abril de 2014 a NR-13 evidenciou a import√Ęncia da inspe√ß√£o inicial para a garantia da opera√ß√£o segura de um equipamento pressurizado.

Em seus par√°grafos 13.4.4.2, para caldeiras, 13.5.4.2, para vasos de press√£o, ¬†e 13.6.3.1, para tubula√ß√Ķes, a NR-13 obriga a realiza√ß√£o da inspe√ß√£o de seguran√ßa inicial, definida no gloss√°rio como aquela (…) realizada no equipamento novo, montado no local definitivo de instala√ß√£o e antes de sua entrada em opera√ß√£o.

Ou seja, a inspeção inicial só é aplicável em equipamentos novos, que nunca operaram. Se um equipamento já está instalado e operando sem que tenha sido feita uma inspeção inicial, ele deve passar por uma inspeção extraordinária (para reconstituição de prontuário) e não uma inspeção inicial.

Para caldeiras, a NR-13 deixa claro que a inspeção inicial deve compreender o exame interno, seguido de teste de estanqueidade e exame externo, enquanto para vasos de pressão deve compreender os exames externo e interno.

Além disso, na falta de comprovação documental da realização, por parte do fabricante, do Teste Hidrostático de fabricação, este deve ser realizado durante a inspeção inicial, tanto para caldeiras como para vasos, obedecendo aos procedimentos dos respectivos códigos de construção. A comprovação documental do Teste Hidrostático de fabricação é normalmente constituída pelo relatório de teste hidrostático e deve ser fornecido pelo fabricante como parte do prontuário da caldeira ou do vaso de pressão, conforme 13.4.1.6(a) e 13.5.1.6(a) respectivamente.

√Č importante frisar que a realiza√ß√£o do exame interno n√£o √© opcional, mas obrigat√≥ria, e na impossibilidade f√≠sica de acesso visual deve ser substitu√≠do pela realiza√ß√£o (…) de outros exames n√£o destrutivos e metodologias de avalia√ß√£o da integridade, a crit√©rio do PH, baseados em normas e c√≥digos aplic√°veis √† identifica√ß√£o de mecanismos de deteriora√ß√£o, conforme 13.5.4.6. Neste caso cabe ao PH n√£o a op√ß√£o de realizar ou n√£o outros ensaios, mas a decis√£o por quais ensaios realizar na impossibilidade do exame interno (ou mesmo externo).

Da mesma forma, caso o Teste Hidrostático de fábrica não esteja comprovado, o PH não tem a opção de não realizá-lo na inspeção inicial. Ele deve fazê-lo.

Assim, é através da inspeção inicial que:

  • √Č verificado se toda a documenta√ß√£o de fabrica√ß√£o foi devidamente fornecida e atende a todos os requisitos da NR-13 e do c√≥digo de fabrica√ß√£o, garantindo que o equipamento foi bem fabricado;
  • √Č verificado se o vaso foi adequadamente transportado e instalado, n√£o tendo sofrido qualquer dano, garantindo a integridade estrutural do equipamento;
  • √Č levantado o estado inicial do equipamento, atrav√©s da medi√ß√£o de espessuras. Um retrato inicial que servir√° de refer√™ncia para, nas futuras inspe√ß√Ķes, permitir a avalia√ß√£o de danos e da vida remanescente;
  • √Č verificada a correta instala√ß√£o dos instrumentos e dispositivos de seguran√ßa, como man√īmetros e PSVs;
  • √Č iniciada a contagem de tempo para as inspe√ß√Ķes peri√≥dicas prescritas na NR-13.

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C√Ęmara Hiperb√°rica

Desde a revisão de 28 de abril de 2014, a NR-13 trata alguns equipamentos de forma diferenciada através do parágrafo 13.2.2.

Os equipamentos relacionados nas al√≠neas desse par√°grafo, contudo, n√£o deixam de ser equipamentos que operam sob press√£o, oferecendo os riscos inerentes a essa condi√ß√£o. Tampouco est√£o isentos de inspe√ß√Ķes e dos cuidados a que devem estar sujeitos os equipamentos pressurizados.

Como o pr√≥prio par√°grafo 13.2.2 deixa claro, esses equipamentos (…) devem ser inspecionados sob a responsabilidade t√©cnica de um PH, considerando recomenda√ß√Ķes do fabricante, c√≥digos e normas nacionais ou internacionais a eles relacionados, bem como submetidos √† manuten√ß√£o, ficando dispensados do cumprimento dos demais requisitos (…) da NR-13. Ou seja, para esses equipamentos n√£o √© necess√°rio o atendimento aos prazos e demais exig√™ncias da NR-13, cabendo ao empregador, auxiliado por um PH, definir um plano de inspe√ß√£o e manuten√ß√£o adequado, que garanta a sua opera√ß√£o com seguran√ßa. Para isso deve considerar as recomenda√ß√Ķes do fabricante, c√≥digos e normas nacionais ou internacionais relacionadas ao equipamento.

A NR-13 n√£o detalha como deve ser feito o controle dos equipamentos enquadrados em 13.2.2, mas algumas provid√™ncias podem ser tomadas de forma a garantir o atendimento de 13.2.2 e facilitar o acesso √†s informa√ß√Ķes referentes a esses equipamentos por parte de uma eventual fiscaliza√ß√£o.

  • Identificar com TAG os equipamentos enquadrados em 13.2.2. Isto facilitar√° o controle das inspe√ß√Ķes e manuten√ß√£o. Note que, como toda m√°quina e equipamento estes tamb√©m precisam trazer as informa√ß√Ķes exigidas pela NR-12;
  • Ter uma listagem atualizada dos equipamentos enquadrados em 13.2.2, na qual podem ser controlados os planos de inspe√ß√£o e manuten√ß√£o aplicados a cada equipamento e as datas de inspe√ß√£o e manuten√ß√£o;
  • Elaborar planos de inspe√ß√£o e manuten√ß√£o definindo inclusive prazos entre inspe√ß√Ķes adequados a cada equipamento;
  • Definir os respons√°veis pela inspe√ß√£o e manuten√ß√£o de cada equipamento.

√Č importante destacar ainda que o PH citado no par√°grafo 13.2.2 n√£o √© necessariamente o mesmo PH definido no par√°grafo 13.3.2, j√° que alguns dos equipamentos relacionados nas diversas al√≠neas do par√°grafo 13.2.2 tem outros profissionais legalmente habilitados a assumir a responsabilidade pelas atividades de inspe√ß√£o e manuten√ß√£o a eles relacionados, definidos em outras normas e regulamentos, como no caso dos extintores de inc√™ndio.

Assim, pode-se concluir que a responsabilidade do PH definido em 13.3.2 √© exigida para a inspe√ß√£o dos equipamentos listados nas al√≠neas ‚Äúd‚ÄĚ, ‚Äúe‚ÄĚ, ‚Äúh‚ÄĚ, ‚Äúj‚ÄĚ e ‚Äúk‚ÄĚ do par√°grafo 13.2.2, enquanto a inspe√ß√£o dos equipamentos listados nas outras al√≠neas e a manuten√ß√£o de todos os equipamentos listados em 13.2.2 pode ter como respons√°vel tanto o PH definido no par√°grafo 13.3.2 como outro profissional legalmente habilitado a executar essas tarefas, atendidos os requisitos de normaliza√ß√£o e/ou legisla√ß√£o pertinentes, ou ainda, na aus√™ncia desses e onde cab√≠vel, √†s recomenda√ß√Ķes dos seus fabricantes.

Para os equipamentos especificados na al√≠nea ‚Äúf‚ÄĚ, caso estes equipamentos sejam interligados a equipamentos enquadrados no item 13.2.1, a responsabilidade t√©cnica pela inspe√ß√£o √© do PH definido em 13.3.2.

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O vácuo pode ocorrer em um vaso de pressão em diversos cenários, sendo que todos devem ser considerados para a determinação do máximo vácuo ao qual o vaso pode estar sujeito:

  • V√°cuo necess√°rio para o processo;
  • Descarga de produto;
  • Resfriamento do vaso fechado contendo gases quentes (em um processo CIP, por exemplo).

O efeito do v√°cuo, quando n√£o suportado pelo vaso, √©, em geral, o colapso instant√Ęneo do vaso, como pode ser visto nos v√≠deos abaixo e em outros dispon√≠veis na internet.

A revis√£o da NR-13 publicada em 28 de setembro de2017 alterou a forma de enquadramento dos vasos de press√£o submetidos a v√°cuo.

Até então, um vaso submetido a vácuo era enquadrado como categoria I, se contivesse fluidos inflamáveis ou combustíveis, ou categoria V para todos os outros fluidos, independente do tamanho ou do vácuo a que estaria sujeito.

Essa abordagem resultou em diversos cenários bizarros, como vasos enquadrados na categoria I, mesmo com níveis mínimos de vácuo e outros que não apresentavam qualquer risco, sendo enquadrados (e gerando custos com inspeção e controle) desnecessariamente.

Nesta √ļltima revis√£o, o enquadramento dos vasos submetidos a v√°cuo passa a ser tratado da mesma forma que a press√£o interna, verificando o produto PxV e enquadrando nos grupos de risco, sempre considerando o valor da press√£o P como o m√≥dulo do v√°cuo, ou seja, se o vaso poder√° estar submetido a um v√°cuo de -0,5 bar, ent√£o P = 0,5 bar.

Estas prerrogativas est√£o claras em 13.2.1(b):

“13.2.1 Esta NR deve ser aplicada aos seguintes equipamentos:

(…)

b) vasos de press√£o cujo produto P.V seja superior a 8 (oito), onde P √© a press√£o m√°xima de opera√ß√£o em kPa, em m√≥dulo, e V o seu volume interno em m¬≥;‚ÄĚ

E em 13.5.1.2(c):

“13.5.1.2 Para efeito desta NR, os vasos de pressão são classificados em categorias segundo a classe de fluido e o potencial de risco:

(…)

c) Os vasos de pressão são classificados em grupos de potencial de risco em função do produto P.V, onde P é a pressão máxima de operação em MPa, em módulo, e V o seu volume em m³, conforme segue:

Grupo 1 ‚Äď P.V ‚Č• 100
Grupo 2 ‚Äď P.V < 100 e P.V ‚Č• 30
Grupo 3 ‚Äď P.V < 30 e P.V ‚Č• 2,5
Grupo 4 ‚Äď P.V < 2,5 e P.V ‚Č•1
Grupo 5 ‚Äď P.V < 1‚ÄĚ

Além disso, os vasos de pressão com vácuo inferior a 5 kPa passam a ser tratados de forma diferenciada por 13.2.2, os quais serão discutidos em outra ocasião:

‚Äú13.2.2 Os equipamentos abaixo referenciados devem ser inspecionados sob a responsabilidade t√©cnica de PH, considerando recomenda√ß√Ķes do fabricante, c√≥digos e normas nacionais ou internacionais a eles relacionados, bem como submetidos a manuten√ß√£o, ficando dispensados do cumprimento dos demais requisitos desta NR:

(…)

e) vasos de press√£o sujeitos apenas √† condi√ß√£o de v√°cuo inferior a 5 (cinco) kPa, independente da classe do fluido contido;‚ÄĚ

Portanto, atenção ao enquadramento dos vasos sujeitos a vácuo!

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Eficiência-2

De uma forma geral, para a realização de processos industriais é necessário o fornecimento de energia em suas mais diversas formas, em especial elétrica e térmica. A energia elétrica é empregada, por exemplo, no acionamento de agitadores ou bombas, enquanto a energia térmica é usada para o aquecimento, resfriamento ou manutenção da temperatura do produto durante determinadas etapas do processo.
As características do equipamento usado no processo definirão quão eficiente será o processo em termos do montante de energia e tempo empregados para sua realização, bem como a qualidade final do produto.
No final, energia e tempo são custos e ajudarão a definir quão rentável é o processo.
Assim, o correto dimensionamento do processo e dos equipamentos para sua execu√ß√£o √© fundamental para a viabiliza√ß√£o da ind√ļstria de processos e maximiza√ß√£o do lucro.
A Mixing Consultoria atua na otimiza√ß√£o energ√©tica dos processos industriais, fazendo uma an√°lise dos requisitos de processo e da capacidade dos equipamentos utilizados para, posteriormente, redimensionar o equipamento, sugerindo altera√ß√Ķes no equipamento ou melhores formas de processamento.
Sistemas de agitação mais eficientes, adequados ao processo, e sistemas de troca térmica automatizados e corretamente dimensionados têm apresentado resultados interessantes.
Entre em contato conosco: www.mixing.com.br, mixing@mixing.com.br ou (19)3739-6200.

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Já está disponível em http://www.mixing.com.br/engenharia/cursos.html o calendário de cursos para 2016.

Como novidade, neste ano, o curso de Legislação e Inspeção de Vasos de Pressão será oferecido em maio e outubro.

Vejam as datas programadas:

Projeto de Vasos de Press√£o
Duração: 40 horas
Local: Campinas- SP
Datas:
Turma de Maio: 16 a 20 de maio de 2016
Turma de Outubro: 17 a 21 de outubro de 2016

Legislação e Inspeção de Vasos de Pressão
Duração: 24 horas
Local: Campinas- SP
Datas:
Turma de Maio: 11 a 13 de maio de 2016
Turma de Outubro: 24 a 26 de outubro de 2016

Sistema de Controle da Qualidade para Construção de Vasos de Pressão ASME VIII-1
Duração: 16 horas
Local: Campinas- SP
Datas: Turma de Outubro: 27 e 28 de outubro de 2016

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A Mixing Consultoria acaba de divulgar o calend√°rio de cursos para 2015.

Como nos anos anteriores, o curso de Projeto de Vasos de Pressão será oferecido em duas turmas, uma no primeiro semestre e outra no segundo, enquanto os cursos de Legislação e Inspeção de Vasos de Pressão e Fabricação de Vasos de Pressão serão oferecidos somente no segundo semestre.

H√° novidades! O curso de Legisla√ß√£o e Inspe√ß√£o ganho mais 8 horas e mais conte√ļdo em fun√ß√£o da revis√£o da NR-13 de 2014.

J√° o curso de fabrica√ß√£o agora √© chamado de Sistema de Controle da Qualidade para Constru√ß√£o de Vasos de Press√£o ASME VIII-1, tamb√©m com um novo conte√ļdo.

As datas s√£o as seguintes:

Projeto de Vasos de Press√£o
Duração: 40 horas
Local: Campinas- SP
Datas: 11 a 15 de maio de 2015

Legislação e Inspeção de Vasos de Pressão
Duração: 24 horas
Local: Campinas- SP
Datas: 05 a 07 de outubro de 2015

Sistema de Controle da Qualidade para Construção de Vasos de Pressão ASME VIII-1
Duração: 16 horas
Local: Campinas – SP
Datas: 08 e 09 de outubro de 2015

Mais informa√ß√Ķes na p√°gina:¬†http://www.mixing.com.br/engenharia/cursos.html, pelo e-mail rosana@cerebromix.com ou pelo telefone (19)3739-6200.

Faça sua inscrição o quanto antes!

 

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